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Le Goth Chic

 

I LOVE A MAN IN A UNIFORM

Gente, fala sério: só mesmo em música pra isso ser verdade, né? Ou então, se você é tarado/a por um(a) policial, enfermeiras, médicos, etc; ou seja, esses fetiches que, por sua vez, também já viraram lugar comum – até em programas de humor de péssimo gosto.

Por que estou falando isso? Porque simplesmente é ridículo o gótico (ou qualquer outro dito roqueiro”) ter de usar o mesmo traje, como se fosse um uniforme, para ser identificado como tal! Vocês já devem ter visto aquelas cenas dantescas de góticos na Galeria do Rock, em São Paulo , usando 'sobretudo' num sol de sábado de quase 40 graus! O cara tá lá, pingando de suor (eca!), com o cabelo desmanchando, quase meio-dia, mas de 'sobretudo'! Ninguém merece!

E as meninas? De minissaia preta, apertada, as pernas brancas, mostrando os “furinhos”, e de coturno até o joelho! Isso quando também não estão de casacos e minissaia ... no mesmo sol de quarenta graus de nossos amigos de 'sobretudo', claro ...

Por que temos de copiar a roupa de um povo que vive metade do ano na neve, na mesma proporção em que aqui vivemos num sol de rachar a cuca?

Olha, com toda sinceridade do mundo: eu adoro visual gótico! Acho que não existe visual rocker mais bacana. Mas sem exageros, por favor! Percebam como as meninas são mais femininas, usando e abusando do fetiche e da sensualidade, assim como os meninos. Muita gente pode torcer o nariz por conta da androginia, mas isso já é outro exagero, a ser discutido em outro tópico. O que falamos aqui é de roupa ...

Não custa nada combinar as coisas com um mínimo de respeito ao bom senso; deixe os exageros e as discrepâncias para os punks e seus irmãos hippies (ai, ai, ai ...). De certa forma, o visual gótico é uma miscelânea desses dois estilos. É só ver o visual do Sisters of Mercy no primeiro disco. Sem exageros, sem cafonices, sem alardes ... enfim, os caras tinham um visual que julgo perto do ideal para os meninos. Portanto, garotos, colem um quadro do Wayne ou do Gary Marx no seu quarto e rasgue aquele do Alien Sex Fiend, pelo amor de Deus!

Para as meninas, recomendo a maior diva de todas: Siouxsie, óbvio! Ela foi punk, teve sua fase exagero (aliás, era bem feinha, né?) e depois se encontrou no gótico, também usando e abusando da psicodelia, com um bom gosto ímpar. Tudo bem que ela teve uma fase meio “perua” nos anos 80, mas é perdoável. E a maquiagem: ressalte com lápis as linhas de seu belo rosto, sem precisar redesenhá-lo, hein? Sombra é legal, desde que você não pareça o Rocky Balboa depois de uma luta de boxe.

Antes que eu me esqueça: não tenho nada contra as branquinhas, que mencionei ali em cima (aliás, também sou do time do “povo quase albino”), mas tem de saber mostrar, né?

Enfim, poderíamos falar por décadas, mas o tempo urge e a próxima festa se aproxima ...

E aí: vai usar o mesmo uniforme de sempre?

A propósito: o título desse texto é o nome de uma música do Gang of Four, na fase em que eles contavam com Sarah Lee no baixo e backing vocals ... pensou que eu não sabia, hein!

 

Beijos, crianças!!!!

BIA CHRISTIE

 

Transmission
 

 

ALEXANDRA CORVO

Essa estimada moça é um dos nossos orgulhos nacionais quando o assunto é relacionado ao Vinho e sua Cultura. Com muita simpatia ela concedeu uma rápida e exclusiva entrevista para o Mask,um pouco da história dessa grande Sommeliere,Alexandra Corvo!

TC:De onde surgiu seu interesse pelo vinho?Como tudo começou?
AC:Da forma mais obvia possivel em casa,com meu pai. Ele sempre curtiu e acho que escolher esta profissão deve ter sido um jeito de agradá-lo.

TC:Vc por ser mulher já encontrou alguma dificuldade ou preconceito  em relação a sua profissão?
AC:Acho que o mais dificil era ser jovem e não tanto ser mulher.

TC:O vinho hoje em dia esta além das taças,está nos tratamentos de beleza,perfumes(como é o caso do Malbec)e em alguns tratamentos terâpeuticos,além de ser fonte de grande inspiração para poetas,artistas,vc se considera uma pessoa romântica?
AC:Não sei exatamente o que é uma pessoa romântica,mais definitivamente gosto de poemas,artes,música,etc...Acho que sou,não sei.

TC:Tem algum momento que foi mais marcante para vc na sua carrreira?
AC:Difícil,são tantas emoções(rs).Acho que quando vi uma flor de videira pela primeira vez entendi muitas coisas.É uma flor muito pequena e frágil e é ela que dá origem aos frutos.Então entendi que a vinha precisava ser cuidada para que os frutos e (consequentemente,o vinho) fossem de qualidade.

TC:Tem várias lendas e mitos sobre o vinho,vc se identifica com alguma delas?
AC:Eu me identifico muito com o lado do vinho vir de uma planta que eu considero muito feminino que é a vinha.Ela obedece ciclos,como nós,tem necessidades especificas e émuito expressiva.

TC:O Brasil é um país tropical,qual o vinho mais adequado para nós?
AC:Os vinhos brancos que podem ser tomados frescos.

TC:Muito se tem comentado sobre vinhos orgânicos,vc pode comentar um pouco para nós?
AC:Se não começarmos a entender que  o que comemos e bebemos vem da terra e da  agricultura e que precisamos dela,um dia não vamos mais nem ter onde plantar.A idéia dos orgânicos é tentar cuidar um pouco mais da terra e tentar devolver o que se extrai dela.Como o vinho é produto da agricultura,alguns produtores estão percebendo que,para poder deixar terras em bom estado para seus filhos,eles vão ter que parar de só extrair e devolver um pouco tb.Acho super importante que se preste atenção nas necessidades da terra.

TC:Na sua opinião quais são os melhores tipos de vinhos? AC:Aqueles que conseguem nos contar um  pouco de sua história,de onde vêm. TC:Tem aquele que  é"aquele coringa"?Que é indicado para todas ocasiões? AC:Acho que para os iniciantes o vinho chileno é uma gde saída.São muito didáticos e "bondosos.Quero dizer,são muito gostosos pelo que custam.

TC:Fale sobre os cursos que vc ministra,qual o público alvo?Qualquer um pode se inscrever?
AC:Durante o ano de 2007 foram mais cursos para grupos já fechados.Para 2008 estou abrindo uma escola onde todos podem se matricular em qualquer aula.

TC:E como funcionam as degustações?(creio que está todo mundo quer saber,rs...).
AC:Sempre se deve escolher um tema,por ex:1 país,1 uva,1 região.
Daí escolho uns 6 vinhos dentro deste tema e degustamos,discutimos sobre as caracteristicas degustativas e de sabor do vinho,dentro daquele tema.

TC:Alexandra,foi um prazer saboroso conversar com vc. Parabéns pelos trabalhos e pela escola!vc é demais garota!!!!!!!!
AC:Obrigada vc Thina,pelo interesse.Aparece lá na escola!

Contatos:www.alexandracorvo.com.br www.vejasp.com.br?vinho www.bandnewsfm.com.br Ciclo das Vinhas Escola do Vinho R: Maria Figueiredo,305- Paraíso-SP                                        

Thina Curtis


Voz Morta
"Notes for Underground"

 

WELCOME TO THE CREEP SHOW-ENTREVISTA COM O PLASTIQUE NOIR


Se colocarmos o cenario musical "alternativo/gotico" em uma metafora eu diria com toda a convicção que estamos com uma refeição farta para o banquete vitoriano,com requintes de modernidade sem deixar o ar cliche "retro dark-arcaico" que é a expressão musical alternativa em nosso país
O Plastique Noir(nome retirado dos sacos pretos que envolvem mortos) e um dos nomes expoentes no cenario atual banda formada em 2005 na tropical cidade de Fortaleza com sonoridade enegetica sem deixar o clima soturno e tetrico de lado apresentou em sua breve passagem por São Paulo musicas de seu repertorio incluso os classicos "Killdengardem" "Creep Show" "Desire or Desease".
Aproveitei,o show que eles realizaram no Dinamite Pub e conversei um pouco com o Guitarrista que atende pela simpatica alcunha(em seu sobrenome) de Marcio"Mazela" e com Ailton S que gentilmente enveredou em responder minhas perguntas
Aqui eles relatam sobre o 3 disco da banda que será em breve lançado "Dead Pop" sobre o festival Woodgotic e sobre os assuntos mais diversos
Se interessou?Quer conferir o "Menu" deste cardapio funesto?O restante vocês conferem abaixo dos meus breves comentarios!
...WELCOME TO THE CREEP SHOW!
Ah!!!Antes de concluir não posso deixar de agradecer e fazer as devidas considerações a um rapaz que contribuiu(e muito!) para a realização desta entrevista,um Dj que vem colocando em seus Set-Lists sons bem peculiares e (por que não dizer inovadores?!?!)por onde passa...
Monsieur Guilherme um dos maiores apreciadores de Frozen Autunm que eu conheço MERCY BEAUCOUP!!!
Sem mais delongas!


1- O que acharam da breve passagem por São Paulo?

Toda nova cidade por onde passamos rende algum aprendizado. No vôo de volta para Fortaleza eu estava sentado ao lado do Danyel e conversávamos sobre como o humor, a atmosfera própria de cada cidade, acaba sempre refletindo na forma como a cena em cada uma delas procede. A impressão que tivemos de São Paulo é bem por aí: uma cidade muito grande, acelerada, muita coisa acontecendo, diversas opiniões ora convergindo ora divergindo nesse universo amplo... Fazia muito tempo que eu não a visitava, da última vez eu não estava sequer inserido ativamente na cena gótica, então dessa última vez eu pude tecer esse paralelo entre as coisas. Então, ainda que tenha sido tudo um tanto rápido, foi muito instrutivo para nosso crescimento.


2- E sobre o show no Woodgothic? Avaliações.

Acho que foi um dos melhores shows que já fizemos desde sempre. Os retornos tavam perfeitos, na medida; público numeroso; evento de grande magnitude; e nosso humor estava ótimo porque o show de sampa dias antes tinha sido muito bom, também. Não deixamos a mudança repentina no cronograma, tampouco o extremo frio que fazia em São Thomé, afetar nosso desempenho.


3- Ainda sobre o Woodgothic, o que acharam do evento, da localização, acham que deveria ser feito mais vezes? O que mudariam, o que acrescentariam.

A cidade é a sede perfeita para um festival como o WGST, não acho que deveria mudar e espero muito que não mude. Era divertido ver as pessoas que foram a São Thomé por causa do evento causando estranhamento aos habitantes locais daquela cidadezinha (risos), mas não é só por isso. O fato de ser um local longe de tudo, longe da civilização, a quietude natural sendo bruscamnete interrompida pela massa de pessoas com cabelos espetados e vestidas de preto chegando, vinda de várias partes do país... Isso tudo acentuava uma impressão geral de que ali era um território neutro, como se tivéssemos sido transportados para um sonho coletivo. Os festivais europeus costumam ser realizados em pequenas cidades, também. Comentava-se no próprio evento que ele seria bianual, mas isso não posso garantir. Acho que, no fim das contas, até que seria uma periodicidade adeqüada mesmo... não sei se a cena BR tem força de vontade suficiente para encher sempre um festival num período curto como o de meros 12 meses. E realizá-lo não é fácil também, problemas apareceram até na última hora, o casal do Escarlatina Obsessiva deve estar de férias até agora (risos). Mudanças: eu não colocaria os DJ's intercalando os shows, é ruim para as bandas e para as discotecagens. Atrasa tudo e os DJ's ficam sem público. Lá havia um espaço interno onde o pessoal fazia a social, seria um lugar melhor para as discos. Eu incluiria ainda alguns pockets shows em outros pontos da cidade, em horários altenativos, com as tardes e manhãs. Também senti falta das vertentes mais eletrônicas do gótico durante o festival - não que sejam da minha preferência, mesmo porque não são, mas inegavelmente fazem parte da coisa toda e isso atrairia mais gente. Mas isso são apenas críticas construtivas. No geral, o WoodGothic foi 10. Quem não foi, não tem idéia do que perderam!


4- Como está o disco Dead Pop, a sonoridade continua a mesma?

Sim e não. O disco condensa músicas mais antigas com um bom material inédito. Tivemos cuidado na seleção para não fazer um track list muito disperso, então tentamos amarrar tudo da melhor forma possível e acho que conseguimos. Algumas faixas, como Imaginary Walls e a novíssima Inconstancy já começam a apontar para aquilo que provavelmente se tornará o Plastique Noir neste período de 2008/2009 que ora se inicia. Mais velocidade, mais minimalismo, mais dançante, mais atual.


5- Vocês pensam em assinar com uma major (grande gravadora)? Que concessões fariam - se for o caso - para ganhar mídia?

Pensamos sim, por que não? Esse papo todo de "a força do independente atual com a internet" vs. "o poder de colocação do mainstream" está longe de ter uma posição unânime final que o encerre. As duas situações oferecem vantagens e impõem desvantagens. Cada banda é um caso único a ser analisado sob ambos os prismas. Nós faríamos se tivéssemos uma chance, mas desde que sem concessões, quaisquer que sejam. Eu me odiaria pelo resto da vida se nos tornassémos uma espécie de Fresno ou NX Zero.


6- O que vcs acham da cena Alternativa/gotica brasileira e agora com mais clareza a Cena gotica Paulistana?

Sobre a cena BR, eu acho que ela entrou numa fase interessante a partir de 2007 com a realização dos primeiros festivais que extrapolaram as fronteiras entre estados/cidades: o Nordeste Gothic Reunion e agora com o WGST. Parecia-me que a coisa toda andava muito restrita a internet, a messenger, orkut, etc. É outra coisa ver as pessoas cara a cara e trocar experiências com ela. O sobrefôlego que a cena do país ganha com isso é inestimável e a meu ver falta muito mais a ser feito nesse sentido, mas os primeiros passos foram dados. Sobre a cena paulistana, é como disse na primeira resposta: ela reflete o que a cidade é. Interessante a seu modo, sem maniqueísmos ou críticas, acho formidável que haja um grande número de festas acontecendo e DJ's/produtores. Só que, se isso por um lado aumenta a oferta de opções, ao mesmo tempo acaba concorrendo para que facções se formem... Foi muito interessante participar um pouco da cena de vocês, o contraste com o tipo de cena que temos em Fortaleza nos rendeu um aprendizado único.


7- No que o album Urban Requiens interferiu na concepção do Dead Pop?Haverá turne de divulgação?

Urban Requiems foi um divisor de águas exatamente no que tange a essa parte conceitual. Offering era muito calcado em gothic rock tradicional, no UR já começamos a experimentar umas coisas novas, uns andamentos mais lentos, construções mais curtas, menos refrões... As inéditas do Dead Pop são nosso terceiro momento, quando começamos a incorporar elementos do "novo rock" no som. Outra coisa que o UR nos fez perceber foi o imenso trabalho de produção/distribuição independente, o que fez com que procurássemos selos interessados em prensar o Dead Pop, para que assim nos livrássemos do trabalho sujo (risos). Não sei se conseguiremos fazer uma tour completa por conta de nossos compromissos paralelos à banda, que sempre atrapalham o Plastique. Mas acho que, após o lançamento do álbum, passaremos por mais cidades a cada saída de Fortaleza, em vez de passarmos por 2 ou 3 e voltarmos, tal como temos feito até então.


8-Quais foram as influencias sejam elas musicais,literarias,cinematograficas,cotidianas p/ a criação das letras do Dead Pop?

Putz, uma caralhada delas. Ultimamente tenho obtido inspiração na TV. Ligo nos programas policiais da noite e vejo cada situação bizarra, degradante, podre... Gosto de canalizar a estranha beleza intrínseca a tudo aquilo e daí então escrever/compor. Nunca fui muito fã de música pós-punk baseada em clássicos do horror e da melancolia "senschutiana" do romantismo, prefiro bem mais a parada urbana, mesmo. As metrópoles da virada do século são prato mais do que cheio para inspiração obscura.


9-Em minha breve conversa Pós-Show com o Marcio"Mazela" ele me disse que vcs foram escolhidos para fazer parte de uma coletanea,qual musica foi escolhida?Qual foi o pais,o que vcs acharam?

Agora você me pegou, (risos) deixa eu conferir aqui no fotolog da gente. Ah, a Smoke and Spotlight, da Alemanha. Este já é o terceiro volume e revelou nomes famosos hoje, como o All Gone Dead. É sempre importante fazer parte dessas coletâneas. Significa caixa de email cheia daqui a algumas semanas. A internet favorece muito o contato com o exterior. As bandas brasileira ainda exploram muito pouco tal ferramenta e muitas vezes desconhecem a puta demanda que existe lá fora pelo que é feito aqui.


10 - Aproveitando o encejo vcs iam tocar no WGT.Isso só não ocorreu por uma questão finaceira ou mais algum fator interferiu diretemente?

Puramente financeira. Nossa, ralei muito, de gabinete em gabinete, tentando agitar alguma ajuda com figurões do poder público e privado, mas ninguém apoiou. Acabei indo para a Europa meses depois por meus próprios meios, sem a banda e acabei visitando alguns festivais bem grandes. E no fim das contas, achei até melhor que não tenha acontecido naquele momento. Ainda estávamos meio verdes, pouco seguros no palco, ao contrário de hoje. E pior, não tínhamos mais shows armados em seqüência e ainda sem um trampo gravado em mãos com a devida consistência que o mercado europeu pudesse conferir e pagar pau. Nossa eurotrip ainda vai chegar.


11 -Mesmo assim quais são as pretensões de tocar no exterior,há algum festival ou algum país que vcs gostariam de fazer um show?

Todos os possíveis.

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Queremos agradecer muito a Carla, Guilherme e todo o pessoal de sampa que nos deu alguma força durante aqueles memoráveis dias na capital cinza. Valeu ao pessoal que acompanha a coluna e nos vemos em breve de novo, aí em sampa, e em outyras cidades também, com toda certeza. Meu forte abraço a todos e votos de boa sorte a toda a cena gótica/darkwave brasileira também!
Dica da "Suserana" desta coluna:
Adentrem!


www.myspace.com.br/plastiquenoir


Bissous...é tempo do vinho e das rubras rosas!Salut!


Carla.

 

 




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